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As cerimónias fúnebres oficiais do funeral de Mário Soares foram muito bem organizadas, tiveram muita dignidade e, tanto quanto pude ver e acompanhar, boa expressão nos media portugueses.


O funeral e a maioria das reportagens dos media, além de corresponderem ao generalizado, respeitoso e sincero sentido de luto dos portugueses, serviram a história biográfica de Mário Soares e uma parte importante da história de Portugal.

(Armando França - 10-01-2017)

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Liberdade e Democracia!

O legado de Mário Soares que temos a responsabilidade de honrar coletivamente.

Obrigada Mario Soares.

Até sempre

(Maria Helena André - 10-01-2017)

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Em quanto existir Liberdade 

SOARES está vivo.

(Carlos Fortes Ribeiro - 10-01-2017)

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Haverá no PS um antes e um depois de Mário Soares.

(Daniel Adriao - 10-01-2017)

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A liberdade que usufruirmos hoje em dia foi um trabalho árduo e duro para muitos Portugueses.

Quem desvalorizar este facto, não merece aqui conviver.

A um dos obreiros e conquistadores desta liberdade que hoje ainda temos eu dou o meu obrigado.

Obrigado Mário Soares, até sempre.

(Amandio Fernandes - 10-01-2017)

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Hoje, no Largo do Rato, reencontrei muitos Amigos.

Amigos que estiveram presentes em diferentes fases da minha vida, ao longo dos últimos 40 anos.

Os meus Amigos de juventude, dos tempos da AAC, os amigos dos anos passados na Covilhã, os amigos que fiz em Lisboa.

Um velho Camarada veio dizer-me que se lembrava muitas vezes do meu Pai, outro falou-me da "luta das cantinas", quando Soares era Primeiro Ministro e eu acabava de chegar à Universidade de Coimbra.

Todos estávamos ali para homenagear Mário Soares e, dessa forma, invocar e afirmar os valores e os ideais que eram os dele, que são os nossos e que nos unem.

Hoje, no Largo do Rato, percebi o quanto a minha insignificante história pessoal se moldou nestes ideais, nestes afetos e com estas pessoas.

Também por isso, Obrigada Mário Soares!

(Cristina Paula Baptista - 10-01-2017)

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Não quis dizer nada sobre Mário Soares até hoje, dia em que assisti às cerimónias fúnebres.

Comovi-me com as palavras dos seus filhos e com as lágrimas dos netos.

E imaginei como me iria doer se ouvisse falar mal do meu pai ou da minha mãe.

Acertam-se contas em vida.

Depois de morto, chore-se ou cale-se.

Quanto mais não seja pela família.

Depois de morto só o monólogo de vivos é possível.

O resto são memórias.

Boas e más, mas apenas memórias.

O luto não tem cor politica.

É luto.

E merece respeito.

(Margarida Fonseca - 10-01-2017)

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INDIGNAÇÃO

Partilho o mail que acabei de enviar ao sindicato de que fiz parte.

Venho desta forma manifestar o meu desagrado pela ausência de condolências à família Soares e ao PS pela partida do lutador da Liberdade Mário Soares, detido 12 vezes pela PIDE, deportado para S. Tomé,eleito, democraticamente pelos portugueses para os mais altos cargos do País.
Foram Homens como Este, não sendo único, mas também não foi só o PC, e reconheço, não sendo perfeito, como qualquer ser humano, que permitem a existência de sindicatos, entre eles a fenprof, o Spn e a Liberdade de podermos discordar uns dos outros.
Não quero continuar sócia de uma instituição com "palas " desta dimensão.
Sou uma pessoa livre e a LIBERDADE que muito prezo devo-a em parte a Mário Soares.
Estava convicta que no SPN havia espaço para o reconhecimento.

Cordeais cumprimentos.
Antónia Cardoso ex. sócia nº 17910.

(Antonia Cardoso - 10-01-2017)

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Por vezes o silêncio grita.

Passamos horas nos congressos a aprovar moções de "solidariedade"com tudo e mais alguma coisa e nem uma palavra para .Homem que tanto lutou pela LIBERDADE.

(Alice Suzano - 10-01-2017)

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O meu bom feitio tem dias, como soi dizer-se.

Mas confesso que, com a idade, também tenho cada vez menos paciência para deixar que me obriguem a dar largas ao meu mau feitio.

Isto para explicar porque fiquei em recolhimento nestas 36 horas.

Todos os amigos sabem que adoro debater ideias.

Mas detesto debates estéreis.

E podem acusar-me, agora, de arrogância, mas decidi não escrever sobre Mário Soares enquanto duraram os preparativos e as cerimónias fúnebres, porque foi a minha forma de viver este momento de luto sem correr o risco de, se escrevesse sobre o assunto, ter de ler e reagir a alguns comentários que me obrigassem a mostrar o meu lado pior, ou seja, o mau feitio.

 

A esmagadora maioria dos amigos que aqui estão que me perdoe, porque tenho de reconhecer que sou uma privilegiada, já que raramente este meu mural é escolhido por gente intolerante ou mal formada.

Mas perante o que li por estes dias, noutros murais, resolvi não arriscar.

Porque independentemente de simpatias ou discordâncias naturais e salutares, há factos que só podem ser contestados por ignorância, cegueira ou má-fé.

Quanto à ignorância, é triste mas não pode ser combatida numa rede social, exigiria mais cultura e curiosidade intelectual.

Quanto à cegueira e má-fé, nem numa rede social vale a pena tentar contrariá-las.

Porque quanto mais se tentar fazê-lo, mais importância se lhes dá.

E eu só costumo dar importância ao que vale o esforço.

Ou seja, ao que importa.

 

 

E nestes dias, o que me importou foi honrar a vida e a memória de Mário Soares em silêncio, passando em revista tudo o que de fundamental ele protagonizou, e como isso contribuiu para mudar este País, e através dele, a nossa vida colectiva.

Nada do que caracteriza o Portugal de hoje foi alcançado sem o contributo decisivo de Mário Soares - liberdade, democracia, voz respeitada no contexto internacional, participação activa e comprometida na Europa -, por vezes contra correntes de opinião adversas.

E por isso, também me custou muito ouvir jornalistas explicarem a ausência das gerações mais jovens nas ruas de Lisboa com o facto de Soares ter vivido há muitos anos afastado de cargos políticos e não ser, portanto, conhecido dos mais novos.

Fiquei a pensar como é triste que a nossa História fique, assim, sujeita ao esquecimento só pelo facto de irem morrendo os que a viveram de perto.

Como se não houvesse espaço para a memória do que se passou antes de cada um de nós.

E só tivesse interesse e importância o nosso próprio presente e futuro próximo.

É isto que define o grau de cultura de um povo e a dimensão da alma humana.

E com tanto desinteresse pelo passado, não admira que o nosso presente se vá tornando cada vez mais pobre e o futuro uma perigosa imprevisibilidade.

Admito que não estou num dos meus melhores dias.

Talvez acorde melhor amanhã.

(Lurdes Feio - 10-01-2017)

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"Um homem que tinha sempre razão", diz Pedro Nuno Santos

Considerando Mário Soares uma fonte de inspiração, o secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares afirmou, à saída do cemitério, que o fundador do PS deixou como ensinamento a necessidade de "lutarmos sempre, enquanto tivermos forças, por aquilo em que acreditamos".

 

"Vi um homem a ter razão sempre - quando lutou pela liberdade, pela consolidação da democracia, pela adesão ao projecto europeu e depois contra a deriva socialista da Europa", descreveu Pedro Nuno Santos. M.L.

 

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A minha ultima homenagem a Mario Soares.

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 (Isabel Vigia - 10-01-2017)

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 (Pedro Sousa - 10-01-2017)

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 ADEUS, MÁRIO, ATÉ SEMPRE!

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 (Carlos Fino - 10-01-2017)

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Até Sempre. Obrigado.

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 (Rui Nelson Dinis - 10-01-2017)

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Desculpem lá....mas tudo o que é demais...é moléstia .
Ouvir um primeiro ministro não eleito pelo povo (mas por uma concertação de esquerda em secretaria) usar 10 minutos de palavra para adjetivar um homem com qualidades, muitas das quais não possuía, é demais.
Que é um lamento nacional perder um ex presidente da república , é. Que fez parte da nossa história num momento importante, fez.
Mas agora, fazer dele quase um santo, quando o sr., em muitos momentos, não teve respeito por milhares de portugueses, principalmente com os nossos retornados ( "atirem-nos aos tubarões", como se lembram), já é demais.
Preste-se a homenagem, dê-se as condolências aos familiares e amigos, mas não queiramos fazer um reset na memória das pessoas.

 (Liliana Silva - 10-01-2017 13:45)

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Obrigada Camarada Soares, obrigada a todos os Fundadores, obrigada Pai...


Ao contrário de alguns Camaradas, não me repugna ouvir falar mal do Dr Mário Soares, pois só prova que realmente ele fundou a Liberdade em Portugal... incluindo o direito à livre opinião... consensos havia no tempo da ditadura (e hoje somos livres - até de dizer ;) )...


OBRIGADA A TODOS OS FUNDADORES DO PARTIDO SOCIALISTA, pelo direito à Liberdade, à Democracia, à Igualdade, ao Respeito pelas diferentes opiniões.


Hoje dissemos adeus ao nº 1 do nosso Partido, saibamos respeitar aquele, que passa a partir de hoje, a ser o militante mais antigo, o nosso querido amigo e Camarada Eng. Antonio Campos.

Um agradecimento muito especial, àquele que me incutiu os verdadeiros valores de esquerda, o respeito e o direito pelo Livre Arbítrio, o meu pai, o meu herói.


Sou transmontana, sou do nordeste, do distrito onde foi mais difícil implantar os ideais socialistas... Um dia contarei a história das nossas lutas, das nossas causas... do nosso Distrito

(Catarina Martins - 10-01-2017)

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publicado às 22:53



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